Na Correspondência Jurídica a monetização é realizada ao prestar um serviço de ordem jurídica ou administrativa para um contratante, este podendo ser encontrado através de plataformas digitais, congressos ou até mesmo escritórios de advocacia que necessitam do tipo de prestação de serviços.

Ao aceitarmos o desafio, com comprometimento, e começarmos a realizar o serviço de um correspondente na área jurídica podemos nos deparar com duas situações: demandas que necessitam de advogado e demandas que podem ser cumpridas apenas por estudantes de direito.

Pois bem, neste artigo traremos um pouco sobre essa segunda situação, do cumprimento de diligências por Estudantes de Direito.

É certo na Graduação a vontade de atuação na prática jurídica é grande. Dentre essas atuações possíveis, a correspondência se mostra cada vez mais presente e pode oportunizar o ganho de rendimentos mensais.

O serviço surgiu com o objetivo de reduzir os gastos de tempo e dinheiro, quando um advogado ou escritório possui processos fora da Comarca em que se situa, ou seja, escritórios que trabalham com contencioso, precisam da logística e dos correspondentes jurídicos.

O estudante que tem interesse em prestar esse tipo de serviço não se vê dependente de um advogado para o acompanhar nas demandas.

Podemos pontuar algumas delas como:

a) Retirada de cópias de processos físicos administrativos e judiciais;
b) Realização de audiências em sede de Juizado Especial Cível como preposto (nas demandas abaixo de 20 (vinte) salários mínimos;
c) Diligências junto à Cartórios de Registro Civil e Tabelionato de Notas;
d) Despacho com servidores da Justiça;
e) Demandas junto à Prefeituras, Procon, Delegacia e etc.
f) Protocolos

Nem sempre ser correspondente é fácil ou lucrativo. Demanda tempo, sede de aprendizagem e muita responsabilidade. Outrossim, é um dinheiro incerto, uma vez que, tem meses que recebemos muitas solicitações e outros quase nenhuma.

Porém, é um mercado de onda crescente, que oportuniza a convivência com o cotidiano Jurídico, além de ser mais um viés dentro da gama de possibilidades de uma pessoa graduada ou em graduação, podendo se transformar ao longo do tempo de renda extra à renda e profissão principal.

Paulo Augusto A. Pimenta – Advogado Correspondente

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